Quantas vezes não olharam já para o espécime deitado ao vosso lado e pensaram: “Se ao menos eu lhe conseguisse limar umas arestas… Bem que podíamos ser felizes para sempre (leia-se: enquanto durar)”… Pois é… Desde que há uns anos vi um episódio de uma série cómica sobre como uma rapariga educa o seu namorado (pouco esperto) com a ajuda de um prático manual para cães, que a ideia ficou na minha cabeça…

Como criar o homem perfeito? Mary Shelley certamente começou por pensar nisso antes de criar o monstro de Frankenstein e revelar o lado sensível de uma criatura que só queria ser amada… não que ser feito de pedaços de outros ajudasse, but still…

Facto nº1: o seu namorado não vai mudar! Ele pode aprender algumas coisas, mas a sua essência permanecerá a mesma. Um dia, quando menos esperar… ela volta ao de cima… Tão certo como o período!

Facto nº2: “Mas Divindade, eu pensava que tinha dito que era possível…” E minhas queridas, é! Só que não terá utilidade para vocês, mas para uma futura Mulher Ocupada!

Facto nº3: Então vou estar a gastar o meu tempo com outra??? Divindade, francamente….” Não! Estará a criar homens perfeitos para evitar dores de cabeça a outras mulheres e para assegurar a perpetuidade da espécie por via do acasalamentoPara criar o homem perfeito vai ter de o PARIR!!!

A questão de poder haver ou não um homem perfeito é completamente subjectiva. Posso educar o meu futuro filho (que esta gravidez esteja longe…) da melhor maneira e não ser o suficiente para a futura mulher ocupada dele. Foque-se no básicos: maneiras à mesa, correcção linguística, mente aberta, limpeza&arrumação, cultura, e sociabilidade e vai ver que o seu filho chega longe.

Seja a Mão que Embala o Berço… com firmeza

Divindade Doméstica

P.S. Caso isto não resulte, ou seja demasiado cedo para pensar nestas coisas, veja o episódio da tal série, aqui em baixo! Ladies and Gentleman: Smart Guy!