Eis que um leitor me chamou à atenção para a existência de Etiqueta Sexual – mas mais sobre isto num post futuro. Hoje vamos falar sobre as etiquetas que pomos uns aos outros baseados na nossa experiência na cama.

Ora uma coisa engraçada: se todos viéssemos com rótulos, daqueles bem descritivos, como os que a UE obriga os produtos a ter, o que será que diriam de cada um de nós? hmmm…

“Divindade Doméstica, massa gorda=17%, massa crítica= 30%, Sarcasmo = 45% (acima da d.d.r.), não recomendado a menores de 18 anos; para pessoas mais fracas, o consumo deve ser assistido por um grupo de amigas e uma garrafa de martini”…

…e quanto à parte sexual? Como seria medida? O que define uma pessoa boa na cama? A resposta vulgarmente aceite é a de que não fique deitada parada. Mas será que muitos de nós conseguiriam avaliar mais criteriosamente este assunto? Será que há quem não consiga reconhecer um mau serviço, nem que este lhe caia à frango assado na cama?

Se pensarmos em objectivos, o objectivo último de ter relações – neste milénio – é ter prazer. Com grande parte das mulheres a não conseguir atingir o orgasmo na posição tradicionalmente aceite, será que faz dos homens um fracasso na cama?

Qual é o seu rótulo sexual? É bom/boa na cama? O que faz de si um especialista?

Respondam-me torto que eu gosto…

Divindade

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